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A Notícia
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 Poética

  07/10/2011
  2 comentário(s)


IMPASSÍVEL DIANTE AO DRAGÃO

Nem sempre as coisas são o que parecem ser e a decepção é inevitável.

IMPASSÍVEL DIANTE AO DRAGÃOHá quanto tempo nos conhecemos?
Sei lá!
Eu vinha você ia. Foi um encontro casual. Milhares já se encontraram assim. Depois comecei a sentir algo, talvez uma saudade sem razão! Não era tristeza, não era alegria, era uma indecisão de amar você.
Passava momentos olhando pra frente desligada sem nada ver. Gozado! Olhava e não via, estava absorta consumida por mim mesma, uma verdadeira estátua em introspecção.
Estava confusa com uma ausência que parecia presença. De repente a interrogação indecisa foi se dissipando. Vi dentro de mim que era amor.
Você enquadrado no que eu queria desde o sorriso até as lágrimas. Você era o sim diante os meus sonhos, era a mão certa na escala incerta. Você era o horizonte nítido, o agasalho, o vento frio. Mas cometi um erro, não perguntei se era recíproco, e a verdade é que não era. Não estava enquadrada no que você queria. Era o não diante do sim. Não era o sorriso, o agasalho... Era apenas um ser maravilhosamente invisível pra você.
De repente a exclamação veio em "close", e fiquei afirmando os seus defeitos. Procurei tudo que era errado e não achei. Fiquei torcendo pra você me decepcionar. Afundei nas ruínas da sua imagem adorada e você permaneceu intacto. Quis vomitar um amor que me assentava bem. Queria tanto sentir raiva de você, no entanto se manteve o mesmo, impassível diante do dragão no qual me transformei. Então, me decepcionei comigo mesma porque não compensei o que queria com o que sentia.
E numa noite não muito longe, resolvi selar a carta da despedida. Fechei os olhos, as lágrimas deslizaram em meu rosto uma a uma e adormeci sobre seu retrato.
  Autor: Thalassa


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